"Estamos na era da informação e da informatização, mas as funções mais importantes da inteligência não estão sendo desenvolvidas" Augusto Cury
Lendo o livro "O Mestre da Sensibilidade" me deparo com este tema que poucos notam. Se temos a oportunidade de enxergar, algo podemos fazer se não pelos outros, por nós mesmos.
O autor fala que o homem no futuro será repetidor de informações e não pensadores. Terá respostas lógicas mas não respostas para a vida, com menos capacidade de superar seus desafios, de comtemplar o belo, de lidar com suas dores, perceber os sentimentos ocultos das pessoas. Os alunos hoje são espectadores passivos e não agentes modificadores de sua história pessoal e social. A competição predatória, a paranóia da estética e a paranóia do consumismo têm ferido o mundo das idéias. A depressão ocupará um dos primeiros lugares entre as doenças do séc. XXI.
Vamos aprender com o Mestre da Vida a homenagear as manhãs, a ver a vida como um espetáculo. Vamos nos conhecer mais, ver melhor os sentimentos e humanizar nossas ações. Se podemos acordar todos os dias e nos alegrar com a natureza maravilhosa que nos rodeia, porque viver numa caixa fechada manipulada pelos valores pobres da sociedade?

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